Tratamento de câncer de pele e de campo cancerizado
O câncer de pele é o tumor mais frequente no mundo, cuja principal causa é a exposição solar. Acomete principalmente indivíduos com pele, olhos e cabelos claros.
O Brasil é um país tropical que apresenta altos índices de radiação ultravioleta em todas épocas do ano. Por isso, é importante o uso do filtro solar durante o dia e sua reaplicação, assim como o uso de chapéu ou boné, viseiras e óculos escuros.
O dano acumulativo do sol de toda vida, leva alguns pacientes a apresentar lesões pré-malignas, subclínicas com mutações genéticas que podem ser sede para novos tumores. Daí surge o conceito do campo cancerizado. O seu tratamento pode ser cirúrgico por meio de métodos destrutivos com crioterapia, curetagem e eletrocauterização, ou não cirúrgico como métodos de ressurfacing (laser de CO2, peeling médio) e medicamentos de uso tópico como 5-fluoracil e imiquimode. Atualmente, existem novas terapêuticas de alta eficácia como a terapia fotodinâmica à luz do dia e uma droga nova de uso tópico: o mebutato de ingenol.
O diagnóstico e tratamento precoce, através de um exame dermatológico completo associado à dermatoscopia digital, são essenciais para obter melhor resultado terapêutico e melhor prognóstico. Portanto, a consulta regular ao dermatologista é de extrema importância no combate e prevenção do câncer de pele.
