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6 dúvidas sobre os benefícios da queratina

Os benefícios da queratina para manter o cabelo bonito saudável e sem pontas duplas já são bem conhecidos. Ela é um verdadeiro milagre para quem tem o cabelo ressecado por conta do uso do secador, da chapinha e da química. Mesmo assim, ainda existem muitas dúvidas ao redor dessa substância.

Qual é a função da queratina para o cabelo?

A queratina é uma substância formada por cerca de 20 aminoácidos, presente em vários lugares do nosso corpo, principalmente nos cabelos. Ela representa 90% da formação dos fios, sendo essencial para elasticidade e fortalecimento. A queratina também é responsável por promover o fechamento das cutículas e recuperar os danos das madeixas, através da formação de um filme que protege o cabelo contra futuras agressões.

2. Quando usar queratina no cabelo?

A queratina capilar, aquela que é produzida naturalmente pelo organismo, se perde com o tempo através dos danos causados pela ação do sol e dos outros elementos externos, como o uso excessivo de secador e chapinha. Sem essa substância, é possível perceber seu cabelo ressecado, opaco, com pontas duplas e fino. Se essas características se encaixam com o perfil das suas madeixas, significa que você precisa de uma carga de queratina. Se você tem o cabelo loiro ou descolorido, também vale a pena investir nesse cuidado!

3. Pode deixar a queratina no cabelo por muito tempo?

Não mesmo! A queratina ajuda na reposição da fibra capilar, deixando os fios bem mais fortes e estruturados. Mas se você exagerar na quantidade ou no tempo de permanência da substância no cabelo, é possível que os fios fiquem duros, podendo causar até mesmo a quebra. Por isso, fica o recado: antes de usar a queratina, busque orientação de como aplicá-la corretamente para evitar de mudar o visual de um dia para o outro cortando o cabelo.

4. A queratina endurece o cabelo?

A queratina pode deixar os fios endurecidos, mas isso só acontece quando não sabemos empregá-la corretamente na rotina de cuidados capilar. Quando essa substância é aplicada no cabelo além da conta, pode deixar os fios rígidos e quebradiços. Por isso, muita atenção!

5. A queratina alisa o cabelo?

A queratina não tem o poder de alisar os fios. Então, quem tem o cabelo ondulado, cacheado ou crespo, pode investir na queratina capilar sem o risco de alterar o formato dos fios. A reposição de queratina é um tratamento reconstrutor que enriquece as madeixas com proteínas, o que é perfeito para as cacheadas.

6. Posso usar queratina em casa?

Sim! O ideal é usar produtos que possuam essa proteína na formulação, de preferência com uma concentração inteligente. Por isso, para obter um resultado incrível, fique de olho na concentração de queratina que possuem na linha de cuidados capilar para evitar sobrecarga dos fios.

Como incluir a queratina na rotina de cuidados capilar?

– Aposte em um shampoo repositor enriquecido com uma concentração adequada de queratina que, além de higienizar o couro cabeludo, vai compensar os danos associados ao uso do secador, chapinha e química.

Para uma reposição mais poderosa, aplique no meio do cabelo até as pontas, uma máscara capilar com queratina. O produto vai promover a renovação dos fios de dentro para fora, deixando os cabelos mais macios, sem pontas duplas, com brilho e movimento.

 Use um condicionador restaurador para fechar as cutículas e atuar nas partes mais profundas do fio sem causar nenhuma quebra.

Nas pontas, use um leave-in com queratina para reduzir a quebra e proteger os fios da radiação solar e dos danos das ferramentas de calor.

Como se forma a foliculite na virilha?

Cuidados para diminuir as bolinhas vermelhas e prevenir as manchas

A foliculite é uma inflamação na pele que resulta na obstrução dos folículos e dificulta a saída dos pelos. Esse quadro inflamatório que causa bolinhas vermelhas, coceira e manchas na pele pode ser motivado por uma série de fatores, entre eles: a depilação feita com lâmina de forma incorreta, o uso de calcinhas, calças e shorts apertados, além de calor e suor que são causados pelo abafamento das roupas.

O que é bom para a foliculite na virilha?

Assim como para outros tipos de foliculite, o tratamento da foliculite na virilha pode variar muito. Tudo vai depender da causa, tipo e gravidade das bolinhas vermelhas que aparecem na região. Entretanto, os cuidados com essa inflamação costumam envolver uma boa higiene no local, secar corretamente a região, além de evitar o uso de roupas muito apertadas ao longo dos dias.

O melhor remédio para foliculite vai depender do grau da foliculite e o Dermatologista é o profissional mais indicado para fazer essa recomendação, que pode incluir tanto medicamentos quanto dermocosméticos, como os hidratantes e produtos com ativos despigmentantes com o objetivo de diminuir as manchas. Agora, se a sua foliculite na virilha tem a ver com a depilação feita de forma incorreta, uma solução definitiva é investir na depilação a laser – que impede que o problema se repita.

Rotina de cuidados para diminuir as bolinhas vermelhas e prevenir as manchas

1º passo: lave a região com um sabonete antisséptico

Usando água morna, aplique o sabonete na virilha e massageie o local com movimentos suaves até fazer espuma. Enxágue.

2º passo: faça uma esfoliação no local

Após a limpeza, faça esfoliação uma vez na semana para ajudar na renovação da pele e diminuir as bolinhas vermelhas.

3º passo: seque muito bem a virilha

Depois do banho, é importante secar muito bem a região da virilha com uma toalha para evitar a formação de fungos ou até mesmo a piora do quadro de foliculite.

4º passo: aplique um hidratante com ação calmante e um creme que atue no tratamento das manchas

Depois de aplicar o hidratante com ação calmante, finalize aplicando um creme com ativos despigmentantes que ajudam amenizar as manchas na virilha.

5° passo: evite o uso de roupas apertadas

No dia-a-dia é importante evitar o uso de roupas muito apertadas que causam atrito no corpo.

Lavar o cabelo todos os dias ajuda a prevenir a caspa?

Quem sofre com dermatite seborreica, a chamada caspa, sabe como o problema pode ser incômodo. Os floquinhos brancos no couro cabeludo podem surgir quando menos se espera, mas existem algumas formas de controlar essa doença de pele. Será que lavar o cabelo com mais frequência é uma delas? E como deve ser feito o ritual? Confira!

O que é a dermatite seborreica e quais as causas do problema?

A dermatite seborreica é uma doença de caráter crônico, tendo períodos de melhora e piora dos sintomas. Trata-se de uma inflamação na pele que causa, principalmente, descamação e vermelhidão em algumas áreas da face, como sobrancelhas, cantos do nariz, couro cabeludo e olheiras. Quanto à causa, ainda não existe um consenso médico. A causa não é totalmente conhecida, e a inflamação pode ter origem genética ou ser desencadeada por agentes externos, como alergias, situações de fadiga ou estresse emocional, baixa temperatura, álcool, medicamentos e excesso de oleosidade. No entanto, sabe-se que a doença não é contagiosa nem é originada por falta de higiene.

Lavar o cabelo com mais frequência ajuda a prevenir a caspa?

A higiene frequente do couro cabeludo é essencial, no entanto, não é necessário lavar mais do que uma vez por dia. Na verdade, esse hábito não é muito recomendado, já que pode piorar o problema – não só por aumentar a descamação por conta do ressecamento como ainda por causar o efeito rebote da oleosidade, agravando a dermatite. O tratamento das crises é importante: lavagens mais frequentes, no mínimo 3 vezes por semana; não usar chapéus ou bonés; o uso de shampoos que contenham ácido salicílico, zinco e antifúngicos, dentre outros especificados pelo dermatologista.

Saiba como usar o shampoo anticaspa e quais as principais dicas para acabar com o problema

Para que o tratamento possa fazer o devido efeito, é importante conhecer algumas regras básicas. O shampoo anticaspa deve ser usado só no couro cabeludo. Deixe agir alguns minutos antes de enxaguar e, em seguida, a rotina normal de cuidados pode ser aplicada. Pode ser usado alternado com um shampoo normal. Além disso, a médica advertiu para o uso das unhas ao lavar os fios: “não mexer nem coçar a cabeça – as unhas têm concentração de bactérias que podem piorar o problema.

Além dessas dicas, a dermatologista entregou outros hábitos que devem ser adotados. Entre eles estão:

– Não tomar banho muito quente e demorado já que água quente é prejudicial ao problema;
– Remover completamente o shampoo e condicionador dos fios com água;
– Evitar usar gel, já que o produto pode piorar o problema de quem já tem caspa;
– Usar o secador na temperatura média e a uma distância de, pelo menos, 30 centímetros dos cabelos;
– Enxugar-se muito bem antes de se vestir;
– Usar roupas que não retenham o suor (tecidos sintéticos são contraindicados)
– Controlar a ansiedade, bem como o estresse físico e mental.

Cuidados com o cabelo seco e ressecado

Como acabar com as pontas duplas, aspereza e falta de brilho nos fios

Ao contrário do cabelo saudável, o cabelo seco apresenta falta de brilho, frizz e pontas duplas – os três principais vilões desse tipo de fios. Muitas vezes, essas características são causadas por agentes externos, como o vento e os raios UV, ou até por conta de hábitos errados. Mas com uma rotina de cuidados específicos, é possível devolver a vida e maciez às madeixas. Confira a matéria e saiba tudo sobre o cabelo seco ou ressecado!

1. Qual a diferença entre cabelo seco e cabelo ressecado?

Embora, muitas vezes, as características sejam as mesmas, cabelo seco não é a mesma coisa que cabelo ressecado. Enquanto o primeiro configura uma pré-definição genética, o segundo acontece como consequência de fatores externos.

1.1. Cabelo seco

Trata-se de um tipo de cabelo, cujas características incluem a falta de brilho, o frizz intenso e o volume exagerado. Geralmente, este tipo de fio não é liso, e a sua falta de hidratação se deve à produção reduzida de oleosidade pelas glândulas sebáceas.

1.2. Cabelo ressecado

Da mesma forma, o cabelo ressecado também apresenta aspecto opaco e com frizz, além de pontas duplas. No entanto, este configura uma condição do cabelo. Assim, o cabelo pode estar ressecado por conta de fatores externos, como excesso de química ou exposição solar.

2. O que causa o ressecamento do cabelo?

Vários fatores podem causar o ressecamento dos fios. Confira:

2.1. Fatores externos que causam cabelo ressecado

– Exposição solar demasiada;
– Água salgada do mar;
– Vento;
– Poluição;
– Cloro da piscina;
– Desequilíbrios hormonais, como os que acontecem na menopausa.

2.2. Hábitos errados que ressecam o cabelo

– Usar chapinha, babyliss e secador em demasia;
– Fazer muitas químicas no cabelo;
– Usar o shampoo errado para o seu tipo de cabelo;
– Lavar o cabelo todos os dias com um shampoo não adequado;
– Usar água quente na lavagem;
– Não hidratar frequentemente os fios;
– Não usar um protetor térmico antes de estilizar o cabelo com ferramentas de calor;
– Usar muito spray fixador ou texturizador.

3. O que são pontas duplas? E o frizz?

As pontas duplas acontecem por conta da fragmentação das cutículas dos cabelos – a parte mais externa do fio – que, por sua vez, pode acontecer por causa do ressecamento. A ponta do fio acaba ficando dividida, muitas vezes em mais de duas partes, deixando um aspecto seco e esbranquiçado na base do cabelo.

Já o frizz acontece quando as cutículas dos fios ficam abertas, na maioria das vezes, por conta da falta de hidratação.

3.1. Como combater as pontas duplas e o frizz?

Além da hidratação profunda e frequente para disfarçar e prevenir o aparecimento de pontas duplas, é necessário aparar as pontas mensalmente. Dessa forma, o cabelo ficará íntegro, forte, e livre do aspecto ressecado. Além disso, vale usar séruns específicos à base de silicone, que selam as cutículas dos fios, evitando o frizz e a sua fragmentação.

4. Como cuidar do cabelo seco e acabar com o ressecamento?

Para cuidar do cabelo seco e dar um fim aos cabelos ressecados, o procedimento é o mesmo. Confira algumas coisas que você deve fazer para prevenir o frizz, a falta de brilho e as pontas duplas.

– Lave os fios de duas a três vezes por semana;
– Não esfregue os fios com a toalha (prefira uma toalha de microfibra);
– Prefira secar o cabelo ao ar livre;
– Se não for possível secar ao ar livre, use o secador na temperatura média ou fria;
– Evite usar chapinha e babyliss;
– Faça hidratações profundas semanais no cabelo;
– Use um shampoo suave;
– Aplique condicionador em todas as lavagens;
– Aposte nas máscaras e ampolas de hidratação profunda.

5. Cronograma capilar para cabelo seco e ressecado

Para manter a saúde dos fios secos ou ressecados, você pode adotar um cronograma capilar bi-semanal, repetindo o mesmo ao longo dos meses. Por exemplo:

1ª SEMANA

1º dia: lave o cabelo com um shampoo suave, de preferência sem sulfatos, e use um condicionador antiquebra
3º dia: lave os fios com um creme de limpeza capilar
5º dia: mesmo procedimento do primeiro dia + aplique uma máscara capilar

2ª SEMANA

1º dia: lave os fios com um creme de limpeza capilar
3º dia: use um shampoo sem sulfato e em seguida um condicionador antiquebra
5º dia: lave o cabelo com um creme de limpeza, depois aplique uma ampola de hidratação profunda

6. Passo a passo de como fazer hidratação profunda no cabelo seco ou ressecado

– Lave o cabelo com um shampoo suave para remover todas as impurezas, oleosidade e resíduo de produtos;
– Enxágue e torça levemente os fios para retirar o excesso de água;
– Com uma toalha de microfibra, enxugue um pouco da umidade;
– Aplique a máscara ou ampola de hidratação profunda no comprimento dos fios, fazendo uma leve fitagem;
– Finalize enxaguando os fios abundantemente;
– Para cabelos cacheados, aposte em um leave-on nutritivo.

Cabelo ralo: como ter mais volume e força nos fios

Quem tem cabelo ralo, muitas vezes sofre para conseguir dar mais volume às madeixas. O problema passa a impressão de que a pessoa tem poucos fios, além de ser caracterizado por um cabelo pouco maleável, sem muito movimento e mais oleoso. A característica pode ser genética ou causada pela quebra e queda, devido ao enfraquecimento das mechas. Mas a notícia boa é que podemos reverter esse cenário e garantir volume aos cabelos ralos com algumas dicas.

1) Controle a oleosidade do couro cabeludo

A oleosidade pode ser uma vilã para quem tem o cabelo ralo. O sebo produzido pelas glândulas sebáceas localizadas no couro cabeludo acaba se espalhando mais rápido até às pontas nesse tipo de cabelo, deixando-o com um aspecto gorduroso, sujo e sem movimento em poucos dias. Para evitar esse problema, lave a cabeça regularmente (de preferência um dia sim e outro não) com um shampoo sem sulfato e que ajude a controlar a oleosidade sem agredir os fios.

2) Aposte nos cortes repicados

Se você tem o cabelo ralo e quer dar mais volume aos fios, uma boa dica é mudar o seu tipo de corte. Os repicados são as opções coringas para quem deseja dar mais movimento e dar mais corpo aos fios ralos. O fato do cabelo ter mais camadas faz com que pareça mais cheio – converse com o seu cabeleireiro e decida o look mais apropriado para você!

3) Dê mais volume à raiz do cabelo

Se os fios ralos ainda te incomodam, que tal dar volume à raiz? Passe um pouco de spray fixador e escove apenas o topo do cabelo para deixar a região mais cheia. Outra dica é ajeitar os fios para cima com as pontas dos dedos enquanto o produto é aplicado.

4) Para os cabelos cacheados, use o pente garfo

Não são apenas os cabelos lisos que são ralos, os cacheados também podem ter o mesmo problema. Para deixar as madeixas mais volumosas, basta apostar no pente garfo! Após lavar e secar bem os fios, pegue o pente encaixe-o na raiz, e puxe até a metade do cabelo, sem precisar chegar até os fios. Com essa técnica seu cabelo vai ficar cheio e com aspecto maior.

5) Faça fitagem nos fios encaracolados

Essa é uma técnica muito famosa entre as cacheadas, que ajuda a dar mais volume e definição ao cabelo. Pode ser feita após lavar a cabeça, com os cabelos ainda úmidos, dividindo-o em 5 partes. Aplique um pouco de creme de pentear nas mechas e penteie os cabelos com os dedos, separando-o como se fossem fitas. Repita a técnica em todos os outros lados e espere secar.

6) Que tal fazer algumas ondinhas com babyliss?

Para quem tem o cabelo muito liso e ralo e deseja ter volume, outra dica seria fazer ondas usando babyliss. Divida as mechas que serão onduladas e use a ferramenta na posição diagonal, deixando as madeixas em contato com o babyliss por 5 segundos. Para durar mais e ter um efeito bem ondulado, faça um rolinho com a mesma mecha de cabelo e prenda na raiz por 5 minutos. Seu cabelo vai ficar volumoso e cheio de movimento.

7) Faça penteados que dão mais volume aos fios

Se você acordou em um bad hair day, a dica para o seu cabelo ralo ter mais volume é fazendo um penteado que proporciona este efeito. Apostar em um rabo de cavalo mais soltinho na raiz e ondulado nas pontas, por exemplo, ajuda a deixar as madeixas mais cheias, maleáveis e bonitas.

8) Seu cabelo é ralo por que quebra muito?

Neste caso, é importante dar uma pausa em procedimentos químicos, evitar ferramentas de calor e fortalecer o cabelo com o uso de máscaras ou ampolas de hidratação a cada 15 dias. Aposte em um produto com ativos que reconstroem a estrutura do fio de dentro para fora – como a creatina, pantenol e ceramida – e fortalece as camadas externas do cabelo criando uma barreira protetora contra os danos.

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Colágeno hidrolisado: quais os principais benefícios

Quando o assunto é skincare, o que não falta são opções para tornar a pele ainda mais jovem e saudável. Uma das substâncias mais procuradas e questionadas pelos pacientes nos consultórios dermatológicos é o colágeno hidrolisado, uma espécie de suplemento alimentar que promete deixar a pele mais firme, prevenindo a perda do colágeno e a formação de rugas na região. Esse suplemento é encontrado tanto em cápsulas quanto em pó e pode ser consumido junto às refeições. Mas afinal de contas, colágeno hidrolisado é bom? Quais são os benefícios deste produto? Saiba tudo sobre esse assunto!

Colágeno hidrolisado: para que serve?

O colágeno hidrolisado promete fazer uma reposição do colágeno na pele, proteína que produzimos de forma natural pelo organismo, mas que a partir dos 25 a 30 anos começamos a perder. Essa proteína é responsável pela elasticidade da pele, unhas e cabelos, além de tornar as articulações de todo o corpo mais flexíveis. Sendo assim, o colágeno hidrolisado serve como uma espécie de suplemento para devolver ao corpo essa substância.

Como prevenir a perda de colágeno na pele?

Apesar da perda da substância ser algo natural, é possível retardá-la e impulsionar a produção de colágeno no corpo a partir de alguns hábitos. A alimentação é muito importante nesse processo: consumir alimentos como ovos, castanhas, gelatina e carnes no geral é benéfico para produção de colágeno. Frutas ricas em vitamina C também são essenciais, como laranja, limão, tangerina e mamão.

Além dos cuidados com a dieta, também é fundamental focar em uma boa rotina de skincare. A vitamina C, por exemplo, pode ser usada por meio de séruns e cremes para estimular a produção de colágeno natural na pele. Outros ativos importantes são o retinol e ácido glicólico que ajudam no estímulo da síntese da proteína.

Esse suplemento é encontrado tanto em cápsulas quanto em pó e pode ser consumido junto às refeições

Tabagismo e a ausência de protetor solar ajuda na perda de colágeno

Da mesma forma que o colágeno pode ser reposto no corpo, alguns hábitos podem acelerar ainda mais o processo de envelhecimento e consequentemente, a perda de colágeno na pele. Um dos principais motivos é a exposição ao sol sem o uso do protetor solar. O uso desse produto é essencial para manter a pele saudável e com a aparência mais jovem. A deficiência da vitamina C também pode ser apontada como uma causa desse problema, já que a substância combate os radicais livres que degradam o colágeno na nossa pele. Outros fatores que aceleram o envelhecimento incluem o tabagismo e o consumo excessivo de açúcar.

Quais os principais benefícios do colágeno hidrolisado?

O uso correto do colágeno hidrolisado na alimentação possui diversos benefícios para o organismo. A pele fica mais hidratada e firme, evitando o surgimento de rugas e linhas de expressão e suavizando as que já existem, prevenindo o envelhecimento precoce e a flacidez; unhas e cabelos também ficam mais fortes e com menos queda

É importante frisar que os benefícios na pele do uso oral de colágeno demoram a ser observados. Isso porque, após a ingestão, a proteína é direcionada primeiramente aos locais de maior necessidade, como as articulações, tendões e ligamentos. Somente depois do abastecimento dessas áreas, ele poderá atuar na pele. Hoje temos opções de uso tópico, como a vitamina C e peptídeos, que estimulam a produção de colágeno a nível cutâneo de forma mais eficaz.

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Urticária colinérgica: o que é? Quais são as causas?

A urticária é uma doença de pele caracterizada por lesões avermelhadas e que apresenta diferentes tipos de classificações. A urticária colinérgica, por exemplo, é uma das mais conhecidas. Bastante comum em jovens e adolescentes, o quadro costuma ser associado a questões emocionais, como o estresse. Mas será que esses são os únicos fatores responsáveis por essa alergia na pele? 

O que é a urticária colinérgica?

A urticária colinérgica é uma variação crônica e induzida da doença de pele. Nesse caso, os pacientes apresentam lesões avermelhadas e inchadas em diferentes partes do corpo, principalmente nos braços e no tronco, que causam coceira e incômodo.

Especialmente nesse tipo de urticária, as lesões aparecem poucos minutos após o estímulo responsável pela alergia e desaparecem em até uma hora sem deixar marcas. No entanto, vale ressaltar que, em alguns casos de urticária colinérgica, pode surgir apenas coceira ou pinicação sem lesões, o que é chamado de prurido colinérgico.

Entenda as principais causas da alergia na pele

Diferente dos outros tipos de urticária, a colinérgica pode ser causada por diversos motivos que vão desde questões emocionais à aumento de temperatura corporal. O aumento de temperatura corporal em situações cotidianas, como atividades físicas e banhos quentes, podem estimular o surgimento da urticária colinérgica.

Por outro lado, alguns fatores emocionais, como estresse e ansiedade, também podem estar relacionados com o surgimento do quadro. Além disso, o consumo excessivo de bebidas e alimentos quentes ou apimentados – que tendem a contribuir para o aumento da temperatura do corpo – também são possíveis agentes causadores desse tipo de urticária.

Como é feito o diagnóstico da urticária colinérgica?

Ao notar o surgimento dos principais sintomas da urticária colinérgica, o primeiro passo é buscar um especialista para garantir o diagnóstico correto e, dessa forma, iniciar o tratamento recomendado. Nesse caso, a avaliação costuma ser clínica e, na maioria das vezes, é feita durante a consulta com um dermatologista ou alergista. Se o paciente tem histórico de lesões vermelhas e inchadas, tentar fotografar essas marcas para mostrar ao profissional pode facilitar o diagnóstico desse tipo de urticária na pele.

Veja os tratamentos mais indicados para esse tipo de urticária

Depois de diagnosticada, a urticária colinérgica requer alguns cuidados para amenizar as lesões e outros sintomas causados pela alergia na pele. Em geral, o tratamento é feito com medicamentos antialérgicos que podem ser usados durante o surgimento dos sintomas ou esporadicamente antes do fator estimulante, como as atividades físicas. Além disso, é importante que o paciente tente evitar situações que funcionam como gatilho para esse tipo de urticária até que as lesões estejam totalmente controladas.

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Entenda quais são as fases do envelhecimento da pele

Com o passar dos anos, a pele, como qualquer outro órgão do corpo humano, sofre alterações em sua estrutura. O envelhecimento é inevitável, porém, é possível manter a pele bonita e hidratada, minimizando os efeitos do tempo. Confira!

Entenda as 3 fases do envelhecimento da pele

As funções fisiológicas normais da pele podem diminuir em até 50% até a meia-idade, dependendo da genética e do estilo de vida. O envelhecimento está associado a diversos processos da pele e pode ser dividido em 3 fases:

1) Linhas de expressão e perda de luminosidade: nesta fase, a produção de colágeno – responsável pela firmeza e sustentação da pele – diminui e passa a ser insuficiente. Devido a essa nova flacidez, surgem as primeiras linhas finas e rugas de expressão. Podem aparecer, ainda, irregularidades no tom e no relevo da pele;

2) Rugas profundas e início da perda de firmeza: durante esse período, as fibras de preenchimento da pele se renovam de forma inadequada. O colágeno e a elastina se desgastam mais intensamente e, devido a maior flacidez, as rugas se tornam profundas;

3) Perda de densidade e do contorno facial: na pele madura, o metabolismo das células é reduzido e a produção de colágeno cai ainda mais. Devido a isso é possível perceber o relaxamento cutâneo, perda de densidade, alteração do contorno e ressecamento da pele.

envelhecimento da pele

Descubra quais são as principais causas do envelhecimento

O envelhecimento cutâneo se dá através da ação conjunta de fatores endógenos e exógenos. As influências variam desde a ação dos raios ultravioleta emitidos pelo sol até a ação hormonal que se altera com o passar dos anos. Confira as principais causas:

– Ação dos músculos faciais: se expressar muitas vezes exige movimentos e trejeitos, dessa forma os músculos promovem a formação das linhas de expressão;

– Declínio hormonal: acontece após a menopausa, alterando os níveis de estrogênio no organismo, assim, a elasticidade e espessura da pele diminuem;

– Renovação celular: o ciclo de renovação da pele acontece constantemente, mas com o passar dos anos também é reduzido, tornando a pele mais opaca e as linhas de expressão mais aparentes;

– Glicação: é quando moléculas de açúcar se fixam em fibras de colágeno e elastina, essa ação afeta a elasticidade da pele e promove o aparecimento de rugas;

– Oxidação: desencadeada, principalmente, devido a estresse e poluição, gerando radicais livres que se unem às células saudáveis comprometendo o seu DNA, isso faz com que a regeneração seja cada vez mais lenta;

– Inflamação cutânea: é uma inflamação gerada por agentes internos e externos imperceptível a olho nu, como resposta, o organismo libera substâncias que minimizam essas inflamações. Estas, por sua vez, provocam maior degradação das fibras de colágeno e elastina.

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Leia mais

Como tratar queda de cabelo: 4 dicas para evitar

Seu cabelo está caindo muito? A queda de cabelo é um assunto que preocupa muita gente.

A queda de cabelo normalmente não é um sinal de alarme, pois pode acontecer de forma completamente natural, especialmente durante as épocas mais frias do ano, como outono e inverno.

Nestas épocas, o cabelo cai com mais porque a raiz do cabelo é menos irrigada por nutrientes e sangue e isso pode aumentar a queda de cabelo. No entanto, essa queda deve diminuir em épocas do ano mais quentes, como primavera e verão.

Além disso, pessoas que utilizam frequentemente produtos de alisamento no cabelo, aplicam muitas vezes chapinha ou fazem penteados que podem quebrar o cabelo, também podem apresentar queda de cabelo mais acentuada.

Já a queda de cabelo após tratamentos de saúde, como quimioterapia para o câncer, por exemplo, é relativamente normal mas deve ser sempre referido pelo médico antes de iniciar o tratamento, para que não seja um motivo de preocupação quando surge.

Calma, tudo tem solução

O rarear dos cabelos não é em si uma doença. É, na verdade, um sintoma – tanto de males que atacam só o couro cabeludo quanto dos que também agridem outras partes do corpo.

Segundo um artigo de estudiosos da Universidade de Manchester, na Inglaterra, essa visão mais moderna da saúde capilar ajuda a diagnosticar problemas que poderiam passar despercebidos, assim como aumenta a taxa de sucesso do tratamento contra a calvície (ou alopécia, como dizem os especialistas).

Durante o banho ou ao pentear, é normal que caiam alguns fios, mas quando você começa a perceber tufos por todos os cantos da casa, esse pode ser um sinal de alerta.

Existem muitos fatores que influenciam essa perda, como o excesso de caspa, falta de higiene, uso de químicas muito agressivas, ou a alopecia de tração.

Queda de cabelo: preocupação constante para muita gente

Mas existem algumas maneiras de combater esse problema.

Confira as dicas:

1) Lavar o cabelo regularmente

Passar muitos dias sem lavar o cabelo pode não ser uma boa ideia. Além de ficar opaco e poroso, o couro cabeludo pode desenvolver vários problemas, como um acúmulo enorme de secreção, sebo e outros resíduos de poluição no local.

Você pode acabar desenvolvendo caspa, coceira, foliculite e a queda acentuada dos fios.

Sendo assim, o ideal é lavar o cabelo em dias alternados e, uma vez na semana, apostar numa esfoliação no couro cabeludo com um shampoo específico.

2) Dar um tempo nos procedimentos químicos

Procedimentos químicos também podem ser um risco, principalmente para cabelos mais frágeis. Se faz escova progressiva, coloração e outras técnicas desse tipo com frequência, o ideal é tratar o cabelo uma semana antes com produtos hidratantes e que ajudem a amenizar danos aos fios.

Ao sentir que os fios estão caindo mais após a química, dê um tempo nesses procedimentos.

3) Não prender o cabelo todos os dias ou fazer penteados muito apertados

Penteados muito apertados podem acabar gerando alopecia de tração. O problema pode refletir em falhas no cabelo devido à falta de elasticidade das fibras dos folículos pilosos, resultando no rompimento dos fios.

O mesmo vale para as pessoas que colocam tranças, megahair ou passam longos períodos com o cabelo preso.

4) Tratar a formação de caspa

O excesso de caspa também pode causar a queda dos fios devido ao quadro inflamatório que se forma no couro cabeludo. O problema também pode gerar descamação, coceira e vermelhidão no couro cabeludo.

A melhor maneira de controlar o problema é lavar o cabelo com shampoo anticaspa e antioleosidade.

Como remover a maquiagem do rosto corretamente

Remover a maquiagem do rosto é uma das regras mais importantes quando se trata de cuidados com a pele.

Isso porque esse hábito simples pode ajudar a prevenir o surgimento de vários problemas no rosto, como excesso de brilho, envelhecimento precoce, cravos e espinhas.

Para isso, é importante ter em mente o passo a passo de como limpar a pele, especialmente as mais oleosas.

Você já deve ter ouvido várias vezes que remover a maquiagem do rosto ajuda a manter a pele saudável.

Mas você sabe porquê? Acontece que, o acúmulo de cosméticos no rosto, favorece a obstrução dos poros dilatados, o que pode resultar no surgimento de cravos e espinhas.

Por que é importante remover a maquiagem do rosto?

Além disso, os danos podem se estender a longo prazo e estimular o envelhecimento precoce da pele. Para evitar todas essas complicações, a melhor opção é limpar o rosto e remover toda a maquiagem antes de ter uma boa noite de sono.

Como limpar a pele: passo a passo para remover a maquiagem do rosto corretamente

Para remover toda a maquiagem e garantir um rosto devidamente limpo, separamos para você para você um passo a passo bem simples de como limpar a pele – incluindo os produtos mais indicados para cada etapa.

Passo 1) Remova o excesso de maquiagem: se você tem o costume de investir em uma make mais elaborada, o ideal é começar retirando o excesso de cosméticos que estão depositados na pele para facilitar o restante do processo.

Nessa etapa, vale umedecer um pedaço de algodão com solução micelar e passar no rosto. Repita o processo até que o algodão saia bem limpo.

Passo 2) Lave o rosto com um sabonete facial indicado para o seu tipo de pele: depois de remover o excesso de maquiagem, é hora de finalizar a limpeza da pele! Para isso, deve ser usado um sabonete neutro na região dos olhos e no restante da face o produto específico para cada tipo de pele.

Quem possui a pele oleosa, por exemplo, deve apostar em produtos com que auxiliam na remoção do excesso de oleosidade e que não agridam a barreira cutânea. Limpe o rosto com movimentos circulares e suaves e, em seguida, enxágue.

Passo 3) Hidrate a pele: o uso de maquiagem somado com a limpeza facial pode deixar a pele um pouco ressecada. Por isso, é fundamental apostar em um hidratante que reponha a água e os nutrientes perdidos nesse processo, devolvendo a maciez e o viço para a região.

Remover a maquiagem é fundamental

Escolha seu hidratante ideal!

Mas lembre-se: é importante escolher um hidratante facial que se adequa às suas necessidades. No caso da pele oleosa, por exemplo, o recomendado é investir em produtos oil-free e com ativos que restauram a barreira cutânea sem favorecer o aparecimento de cravos e espinhas, como o ácido hialurônico e a niacinamida.

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